DIÁLOGOS
Quase metade da população mundial vive abaixo da linha da pobreza, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). São pessoas excluídas de serviços essenciais à saúde, à educação, sem trabalho e vida digna. Uma realidade que contracena com sucessivos avanços nas ciências, nas tecnologias. A
civilização contemporânea, com recursos para vencer graves problemas, continua a padecer, pois não reage ao grave cenário da extrema desigualdade, alimentado por um modelo econômico que beneficia poucos e sacrifica muitos. Esse modelo é permissivo com a exploração irracional dos recursos naturais, alimenta um consumo desmedido, egoísta, que gera uma felicidade efêmera.
OUTRAS EDIÇÕES

Dom Walmor Oliveira
de Azevedo
Grão-chanceler da PUC Minas,
Arcebispo Metropolitano de
Belo Horizonte,
Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
“Na perspectiva da fé, a inquietude é o sinal de que o Espírito Santo está trabalhando dentro de nós, ensina o Papa Francisco. Essa inquietude inspira os cientistas na busca pela verdade, sempre questionando a realidade para encontrar novas respostas, contribuindo para mudar o mundo”
“É dever das instituições de ensino, sobretudo das que são de inspiração católica, contribuir para que a humanidade vença a indiferença – sobretudo aos pobres, à desigualdade social – tão globalizada no mundo contemporâneo”
A grande rede que interliga pessoas e lugares não pode ser o espaço das mentiras, mas um ambiente que favoreça o cultivo da verdade”

Prof. Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães
Reitor da PUC Minas,
Bispo Auxiliar da Arquidiocese
de Belo Horizonte
“Impossível dissociar os mundos da política e da economia quando o tema são o trabalho e o trabalhador. Categoria histórica universal, o trabalho que produz tanta riqueza e tantas fortunas também produz exploração, injustiça e fome”
“A escola em devir é para já. Temos que, de imediato, pensar que lugar e que dimensão e intensidade as práticas remotas de ensino terão ao serem agregadas ao ensino presencial.”
“Educação existe para formar pessoas melhores, para que essas sejam solidárias entre si e comprometidas com a construção de uma nação mais justa, fundada numa cultura de paz e de solidariedade”